O ARIA não executa os projetos sozinho. Ele é uma estrutura de governança que identifica necessidades reais da comunidade e fomenta projetos já existentes, montando para cada um uma equipe multidisciplinar — gestão de projeto, gestão financeira, gestão de comunicação — liderada por mulheres em formação.
O fluxo abaixo mostra o caminho de uma necessidade real até o resultado que o ARIA entrega — impacto social e qualificação profissional, ao mesmo tempo.
Uma necessidade real da comunidade é identificada — direto pelo ARIA ou por um projeto parceiro já em atividade.
O ARIA não assume a operação do projeto — ele estrutura a governança necessária para que o projeto exista e funcione com organização.
Para cada projeto fomentado, monta-se uma equipe multidisciplinar de mulheres, cobrindo ao menos três frentes: gestão de projeto, gestão financeira e gestão de comunicação.
As mulheres administram o projeto de verdade — orçamento, cronograma, comunicação — enquanto aprendem o ofício na prática, com o projeto real como sala de aula.
O resultado é duplo: a comunidade recebe o serviço, e as mulheres saem qualificadas para o mercado de gestão — ou para outros ofícios ligados ao projeto específico.
Um ARIA central gerido por mulheres, com múltiplos projetos fomentados — cada um com sua própria equipe de três frentes. Os nomes abaixo são ilustrativos.
Os papéis que uma mulher pode assumir dentro de um projeto fomentado pelo ARIA.
Planejamento, cronograma, coordenação da equipe e entregas do projeto fomentado.
Orçamento, prestação de contas, controle de recursos do projeto.
Divulgação, redes sociais, relacionamento com a comunidade e parceiros do projeto.
Habilidades específicas de cada iniciativa (ex.: costura, cuidado animal, horticultura) aprendidas na prática.
